domingo, 24 de maio de 2015

Relato de uma professora...

Como comentei no último post, este, vou contar o relato de uma professora de educação infantil, esta, trabalhou com crianças especiais, na entrevista fiz 5 tópicos, mas neste post vou destacar os 3 que mais me chamaram a atenção, que foi os que a professora conta quais foram suas maiores dificuldades, seus métodos utilizados e se algum dia aconteceu bullyng em sala de aula.
Logo no início da entrevista, a professora de educação infantil e series iniciais do ensino fundamental conta que sua primeira aluna especial sofria da deficiência visual, quando a perguntamos qual sua maior dificuldade, ela destaca que a universidade não os prepara para receber alunos especiais, o que a deixou apreensiva, pois sofria de uma falta de conhecimento e recursos, mas sem deixar abater por estas carências, usou de métodos com materiais em auto relevo, confeccionando jogos com diferentes texturas, conta também que trabalhou com atividades em que o aluno vidente colocou-se no lugar da deficiente visual e imaginou como é não enxergar, mas nunca deixou de abandonar pesquisas e leituras dentro de um mesmo padrão. Ao contar que nunca aconteceu em sua sala algum caso de bullyng, a professora destaca, que por ser uma turma de Pré-II, sendo alunos de 5 anos, a adaptação da colega deficiente foi tranquila pois "os pequenos são solidários", e se algum dia tivesse ocorrido algum caso ela iria dialogar com todos. Ao final da entrevista a  professora deixa uma mensagem a todos nós, qual é:
Para não esquecer!
Não importa a idade que tenha, o ano, ou o quanto é deficiente, o aluno com deficiência tem as mesmas necessidades que as outras crianças:
-Amor;
-Afeto;
-Carinho;
-Nutrição;
-Disciplina;
-Educação;
-Brincadeiras;
-Compreensão;
-Paciência;
Talvez faça alguma coisa diferente das outras crianças...
 
 
 
 

Hoje vamos trazer ao nosso blog como as crianças visualizam seu amigo especial. Foi assim então que solicitamos à crianças de 8 à 10 anos que fizessem um desenho e depois explicassem porque seu amigo é especial. Em dezenas de desenhos, selecionamos os que melhor representavam.


Após os alunos terem expostos seus desenhos, pedimos para estes comentarem de como iniciou sua amizade, porquê seu amigo é diferente e como você trata seu amigo. Em um pequeno texto iremos comentar a reação destes alunos.
Eles comentaram que seus amigos não eram especiais por ter dificuldade de locomoção, mas sim, por serem amigos, simpáticos e sempre que estão disponíveis colaboram de melhor forma, isto que os tornam diferentes, e que mesmo com dificuldade de locomoção ou outra, eles brincam e divertem-se. Já quando lhes questionamos de como iniciou suas amizades, estes, empolgados contam que foi na escola, e que não esperavam ter um colega especial, mas que esta experiência tem sido ótima, pois assim, eles aprendem a respeitar e auxiliar o outro, ao perguntar como tratam o amigo especial, as crianças ficam feliz em contar, que quando estão na merenda esperam o amigo para brincar, e que sempre que o amigo passa por algum lugar de difícil acesso eles correm para ajudar. 
 
Ao decorrer das postagens, iremos contar também, o relato de professoras que já trabalharam na educação infantil.


sexta-feira, 22 de maio de 2015

Inclusão Escolar

 
 
 
Inclusão escolar é acolher todas as pessoas, sem exceção, no sistema de ensino, independentemente de cor, classe social e condições físicas e psicológicas. O termo é associado mais comumente à inclusão educacional de pessoas com deficiência física e mental.
Recusar-se a ensinar crianças e jovens com necessidades educacionais especiais (NEE) é crime: todas as instituições devem oferecer atendimento especializado, chamado de Educação Especial.
 
O artigo 208 da Constituição brasileira especifica que é dever do Estado garantir "atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência, preferencialmente na rede regular de ensino", condição que também consta no artigo 54 do ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente).
A legislação também obriga as escolas a terem professores de ensino regular preparados para ajudar alunos com necessidades especiais a se integrarem nas classes comuns. Ou seja, uma criança portadora de deficiência não deve ter de procurar uma escola especializada. Ela tem direito a cursar instituições comuns, e é dever dos professores elaborar e aplicar atividades que levem em conta as necessidades específicas dela.